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SEO

Ter sucesso na criação de conteúdo sobre cinema não é fácil, pois a concorrência é grande e novos filmes surgem todos os dias. Sabendo que não é possível cobrir todas as novidades da sétima arte, é preciso estabelecer boas técnicas de Search Engine Optimization (SEO) para conquistar novos leitores e espectadores com conteúdos certeiros. Veja as nossas dicas:

Escolha os seus conteúdos de acordo com as tendências

Se o seu conteúdo falar de um filme que está em alta no número de pesquisas, você terá mais chance de ser encontrado nos buscadores. Para isso, é importante sempre ficar atento às tendências. Uma das melhores formas de fazer isso é acompanhar quais produções são lançadas nas plataformas de streaming e monitorar o desempenho das palavras no Google Trends.

O especialista do site Late Night Streaming, Giovani Ribas, utiliza a ferramenta: “Em alguns casos, um filme que sai na Netflix passa a ser até 1800% mais pesquisado repentinamente. Um exemplo recente é o filme Bee Movie. Apesar de ter sido lançado em 2007, com algum sucesso, a plataforma disponibilizou a animação no começo deste mês e, em uma semana, as buscas pelo filme cresceram 121%”.

Lembre-se de dar atenção também à programação da TV aberta. Um filme que está prestes a ser transmitido também tende a ser pesquisado por espectadores que esperam uma boa resenha para descobrir se vale a pena assistir.

Não se esqueça da importância do título

Não caia no erro de manter mistérios no título. Quem procura conteúdos sobre cinema na internet prefere quem vai direto ao ponto. Por isso, sempre tenha o nome do filme, do ator, da atriz, do diretor ou da diretora bem explícito no título. Não se esqueça de aplicar corretamente todas as tags de heading, garantindo que as palavras que você escolheu representarão a sua página nos buscadores.

Otimize seu site para dispositivos móveis

A otimização para dispositivos móveis se tornou um dos principais fatores de importância para o SEO, já que as páginas com carregamento mais rápido nos celulares estão tendo prioridade nos buscadores. As estratégias para esta otimização compõem o chamado SEO Mobile. No caso de conteúdos para cinema, isso é ainda mais importante, considerando que a maioria das pessoas pesquisa pelo celular enquanto está assistindo algo na TV.

Valorize a relevância do conteúdo

Quanto mais tempo as pessoas passarem em seu site, mais os buscadores perceberão que o seu conteúdo é útil para os usuários. Por isso, o mais importante é caprichar na criação – não adianta querer produzir em grande quantidade e se esquecer da qualidade. Aqui, sua criatividade deverá falar mais alto, buscando oferecer novos olhares sobre os mesmos filmes.

SEOTutoriais

Se você não sabe o que é o Google Analytics, não o instalou no seu site, ou o instalou, mas nunca olha seus dados, então esta postagem é para você. Embora seja difícil para muitos acreditar, ainda existem sites que não estão usando o Google Analytics (ou qualquer análise, nesse caso) para medir seu tráfego. Nesta postagem, veremos o Google Analytics do ponto de vista do iniciante absoluto. Por que você precisa dele, como obtê-lo, como usá-lo e soluções alternativas para problemas comuns.

Por que você precisa do Google Analytics

você tem um blog? Você tem um site estático? Se a resposta for sim, sejam para uso pessoal ou comercial, você precisa do Google Analytics. Aqui estão apenas algumas das muitas perguntas sobre o seu site que você pode responder usando o Google Analytics.

  • Quantas pessoas visitam meu site?
  • Onde moram meus visitantes?
  • Preciso de um site otimizado para celular?
  • Quais sites enviam tráfego para meu site?
  • Quais táticas de marketing direcionam mais tráfego para meu site?
  • Quais páginas do meu site são as mais populares?
  • Quantos visitantes eu converti em clientes potenciais ou clientes?
  • De onde meus visitantes de conversão vêm e vão para meu site?
  • Como posso melhorar a velocidade do meu site?
  • De qual conteúdo do blog meus visitantes mais gostam?

Existem muitas perguntas adicionais que o Google Analytics pode responder, mas essas são as mais importantes para a maioria dos proprietários de sites. Agora, vamos ver como você pode obter o Google Analytics em seu site.

Como instalar o Google Analytics

Primeiro, você precisa de uma conta do Google Analytics. Se você tem uma conta principal do Google que usa para outros serviços como Gmail, Google Drive, Google Agenda, Google+ ou YouTube, deve configurar seu Google Analytics usando essa conta do Google. Ou você precisará criar um novo.

Esta deve ser uma conta do Google que você planeja manter para sempre e à qual somente você tem acesso. Você sempre pode conceder acesso ao seu Google Analytics a outras pessoas no caminho, mas não quer que outra pessoa tenha controle total sobre ele.

Grande dica: não deixe ninguém (seu web designer, desenvolvedor web, host, SEO, etc.) criar a conta do Google Analytics do seu site na conta do Google para que possam “gerenciá-la” para você. Se você e essa pessoa se separarem, eles levarão seus dados do Google Analytics com eles e você terá que começar tudo de novo.

Como configurar sua conta e propriedade

Depois de ter uma conta do Google, você pode ir para o Google Analytics e clicar no botão Entrar no Google Analytics. Em seguida, você será saudado com as três etapas que deve seguir para configurar o Google Analytics.

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 1

Depois de clicar no botão Inscrever-se, você preencherá as informações do seu site.

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 2

O Google Analytics oferece hierarquias para organizar sua conta. Você pode ter até 100 contas do Google Analytics em uma conta do Google. Você pode ter até 50 propriedades de site em uma conta do Google Analytics. Você pode ter até 25 visualizações em uma propriedade de site.

Aqui estão alguns cenários.

  • CENÁRIO 1: Se você tem um site, precisa apenas de uma conta do Google Analytics com uma propriedade de site.
  • CENÁRIO 2: Se você tiver dois sites, como um para seu negócio e outro para seu uso pessoal, convém criar duas contas, nomeando uma “123Business” e uma “Pessoal”. Em seguida, você configurará o site da sua empresa na conta 123Business e o seu site pessoal na conta Pessoal.
  • CENÁRIO 3: Se você tiver várias empresas, mas menos de 50, e cada uma delas tiver um site, convém colocar todas em uma conta comercial. Então, tenha uma conta pessoal para seus sites pessoais.
  • CENÁRIO 4: Se você tiver várias empresas e cada uma delas tiver dezenas de sites, para um total de mais de 50 sites, convém colocar cada empresa em sua própria conta, como 123Business conta, 124Business conta e assim por diante.

Não existem maneiras certas ou erradas de configurar sua conta do Google Analytics – é apenas uma questão de como você deseja organizar seus sites. Você sempre pode renomear suas contas ou propriedades no futuro. Observe que você não pode mover uma propriedade (site) de uma conta do Google Analytics para outra – você teria que configurar uma nova propriedade na nova conta e perder os dados históricos coletados da propriedade original.

Para o guia do iniciante absoluto, vamos presumir que você tem um site e só precisa de uma visualização (o padrão, visualização de todos os dados. A configuração seria mais ou menos assim.

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 3

Abaixo disso, você terá a opção de configurar onde seus dados do Google Analytics podem ser compartilhados.

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 4

Instale o seu código de rastreamento

Quando terminar, você clicará no botão Obter ID de rastreamento. Você verá uma janela pop-up com os termos e condições do Google Analytics, com os quais você deve concordar. Então você receberá seu código do Google Analytics.

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 5

Isso deve ser instalado em todas as páginas do seu site. A instalação dependerá do tipo de site que você possui. Por exemplo, eu tenho um site WordPress em meu próprio domínio usando o Genesis Framework. Este framework possui uma área específica para adicionar scripts de cabeçalho e rodapé ao meu site.

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 6

Alternativamente, se você tiver um WordPress em seu próprio domínio, você pode usar o plug-in Google Analytics by Yoast para instalar seu código facilmente, independentemente do tema ou estrutura que estiver usando.

Se você tiver um site criado com arquivos HTML, adicionará o código de monitoramento antes da tag em cada uma de suas páginas. Você pode fazer isso usando um programa editor de texto (como TextEdit para Mac ou Notepad para Windows) e, em seguida, enviar o arquivo para seu host da web usando um programa FTP (como FileZilla).

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 7

Se você tiver uma loja de comércio eletrônico Shopify, vá para as configurações da Loja Online e cole seu código de rastreamento onde especificado.

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 8

Se você tiver um blog no Tumblr, você irá para o seu blog, clique no botão Editar tema no canto superior direito do seu blog e, em seguida, insira apenas o ID do Google Analytics em suas configurações.

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 9

Como você pode ver, a instalação do Google Analytics varia de acordo com a plataforma que você usa (sistema de gerenciamento de conteúdo, construtor de sites, software de comércio eletrônico, etc.), o tema que você usa e os plug-ins que usa. Você deve ser capaz de encontrar instruções fáceis para instalar o Google Analytics em qualquer site, fazendo uma pesquisa na web para sua plataforma + como instalar o Google Analytics.

Definir metas

Depois de instalar o código de acompanhamento no seu site, você vai querer definir uma configuração pequena (mas muito útil) no perfil do seu site no Google Analytics. Esta é a sua configuração de metas. Você pode encontrá-lo clicando no link Admin na parte superior do Google Analytics e, a seguir, clicando em Metas na coluna Visualização do seu site.

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As metas informarão ao Google Analytics quando algo importante acontecer em seu site. Por exemplo, se você tem um site onde gera leads por meio de um formulário de contato, você desejará encontrar (ou criar) uma página de agradecimento que os visitantes acessem após enviarem suas informações de contato. Ou, se você tiver um site onde vende produtos, desejará encontrar (ou criar) uma página final de agradecimento ou confirmação para os visitantes acessarem assim que concluírem a compra.

Esse URL provavelmente se parecerá com isso.

  • http://123business.com/obrigado
  • http://123business.com/muito-obrigado
  • http://123business.com/obrigado.html

No Google Analytics, você clica no botão Nova Meta.

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Você escolherá a opção Personalizado (a menos que uma das outras opções seja mais aplicável ao seu site) e clique no botão Próxima etapa.

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Você nomeará sua meta com algo de que se lembrará, selecione Destino e clique no botão Próxima etapa.

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Você irá inserir o URL da sua página de agradecimento ou de confirmação após o .com do seu site no campo Destino e alterar o menu suspenso para “Começa com”.

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Em seguida, você alternará o valor e inserirá um valor específico em dólar para essa conversão (se aplicável) e clique em Criar meta para concluir a configuração.

Se você tiver outras metas / conversões semelhantes que gostaria de acompanhar em seu site, poderá seguir estas etapas novamente. Você pode criar até 20 metas em seu site. Certifique-se de que os que você cria são muito importantes para o seu negócio. Essas metas (para a maioria das empresas) incluem envios de formulários de leads, inscrições em listas de e-mail e conclusões de compras. Dependendo do seu site e da finalidade, seus objetivos podem variar.

Observe que este é o mais simples de todos os rastreamento de conversões no Google Analytics. Você pode revisar a documentação no suporte do Google Analytics para saber mais sobre como configurar o rastreamento de metas.

Configure a pesquisa de sites

Outra coisa que você pode configurar muito rapidamente e que fornecerá dados valiosos no futuro é a Pesquisa de sites. Isso se aplica a qualquer site com uma caixa de pesquisa, como a caixa de pesquisa na parte laterial direita no Blog da GSP Sites.

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Primeiro, faça uma pesquisa em seu site. Em seguida, mantenha a guia aberta. Você precisará do URL momentaneamente.

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Vá para o menu Admin do Google Analytics novamente e, na coluna Exibir, clique em Exibir configurações.

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 17

Role para baixo até ver Configurações do site e alterne para Ativado.

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Reveja o seu URL para obter os resultados da pesquisa. Insira o parâmetro de consulta (geralmente s ou q) e clique em Salvar. Na GSP Sites, por exemplo, o parâmetro de consulta é s.

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Isso permitirá que o Google Analytics rastreie todas as pesquisas feitas em seu site para que você possa saber mais sobre o que seus visitantes procuram em páginas específicas.

Adicionar contas e propriedades adicionais

Se você deseja adicionar uma nova conta do Google Analytics, pode fazê-lo acessando o menu Admin, clicando no menu suspenso na coluna Conta e clicando no link Criar nova conta.

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 20

Da mesma forma, se você deseja adicionar um novo site à sua conta do Google Analytics, pode fazê-lo acessando o menu Admin, clicando no menu suspenso na coluna Propriedade e clicando no link Criar nova propriedade.

O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 21

Em seguida, você continuará por todas as etapas mencionadas acima.

Depois de instalar o Google Analytics no (s) seu (s) site (s), definir suas metas e configurar as pesquisas no (s) site (s), você deve esperar cerca de 24 horas para que ele comece a obter dados. Então você poderá começar a visualizar seus dados.

Visualize os dados do Google Analytics

Depois de começar a obter dados do Google Analytics, você pode começar a aprender sobre o tráfego de seu site. Cada vez que você fizer login no Google Analytics, será direcionado ao seu relatório Visão geral do público. Como alternativa, se você tiver mais de um site da Web, será levado à sua lista de sites à sua escolha e, em seguida, ao relatório Visão geral do público desse site. Este é o primeiro de mais de 50 relatórios disponíveis para você no Google Analytics. Você também pode acessar esses relatórios clicando no link Relatórios na parte superior.

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Recursos de relatório padrão

A maioria dos relatórios padrão do Google Analytics será semelhante a este. No canto superior direito, você pode clicar na seta suspensa ao lado de seu site para alternar para sites diferentes em todas as suas contas do Google Analytics. Ou você pode clicar no link Home na parte superior.

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No relatório no canto superior direito, você pode clicar nas datas para alterar o intervalo de datas dos dados que você está visualizando. Você também pode marcar a caixa Comparar para comparar seus dados de um intervalo de datas (como este mês) a um intervalo de datas anterior (como o mês passado) para visualizar seus dados.

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Você pode passar o mouse sobre uma variedade de áreas em seus relatórios do Google Analytics para obter mais informações. Por exemplo, na Visão geral do público, passar o mouse sobre a linha do gráfico fornecerá o número de sessões de um determinado dia. Passe o mouse sobre as métricas abaixo do gráfico para saber o que cada uma significa.

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Abaixo das principais métricas, você verá relatórios que podem ser alternados para ver os dez principais idiomas, países, cidades, navegadores, sistemas operacionais, provedores de serviços e resoluções de tela de seus visitantes.

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Você pode clicar no link do relatório completo em cada um para ver os relatórios completos. Ou você pode clicar em qualquer um dos dez principais links para ver mais detalhes. Por exemplo, clicar em Estados Unidos em países levará você ao Relatório de local completo, com foco em visitantes de estados dentro dos EUA.

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Nesta visualização, você pode passar o mouse sobre cada estado para ver o número de visitantes desse estado. Você pode rolar para baixo até a tabela e passar o mouse sobre o nome de cada coluna para saber mais sobre cada métrica.

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Você também pode clicar no nome de cada estado para ver os visitantes de cidades dentro do estado. Efetivamente, sempre que você vir um link clicável ou um? ao lado de algo, você pode clicar nele ou passar o mouse sobre ele para saber mais. Quanto mais fundo você mergulhar em suas análises, mais informações interessantes encontrará.

Tipos de relatórios do Google Analytics

Por falar em relatórios, aqui está um rápido resumo do que você encontrará em cada uma das seções de relatórios padrão do Google Analytics, acessíveis na barra lateral esquerda.

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Tudo entre (parênteses) é um relatório específico ou conjunto de relatórios nas seções a seguir que você pode consultar.

Relatórios de público

Esses relatórios informam tudo o que você deseja saber sobre seus visitantes. Neles, você encontrará relatórios detalhados para a idade e sexo dos seus visitantes (dados demográficos), quais são seus interesses gerais (interesses), de onde vêm (Geo> Localização) e que idioma falam (Geo> Idioma), com que frequência eles visitam seu site (comportamento) e a tecnologia que usam para visualizar seu site (tecnologia e dispositivos móveis).

Relatórios de aquisição

Esses relatórios dirão tudo o que você deseja saber sobre o que levou os visitantes ao seu site (Todo o tráfego). Você verá seu tráfego dividido por categorias principais (Todo o tráfego> Canais) e fontes específicas (Todo o tráfego> Origem / mídia).

Você pode aprender tudo sobre o tráfego das redes sociais (Social). Você também pode conectar o Google Analytics ao AdWords para saber mais sobre as campanhas PPC e às Ferramentas do Google para webmasters / Search Console para saber mais sobre o tráfego de pesquisa (Search Engine Optimization)

Relatórios de comportamento

Esses relatórios dirão tudo o que você deseja saber sobre o seu conteúdo. Particularmente, as páginas principais em seu site (Conteúdo do site> Todas as páginas), as páginas de entrada principais em seu site (Conteúdo do site> Páginas de destino) e as páginas de saída superiores em seu site (Conteúdo do site> Páginas de saída).

Se você configurar a Pesquisa de sites, poderá ver quais termos são pesquisados ​​(Pesquisa de sites> Termos de pesquisa) e as páginas em que são pesquisados ​​(Pesquisa de sites> Páginas).

Você também pode aprender a velocidade de carregamento do seu site (Velocidade do site), bem como encontrar sugestões específicas do Google sobre como tornar seu site mais rápido (Velocidade do site> Sugestões de velocidade).

Conversões

Se você configurar metas no Google Analytics, poderá ver quantas conversões seu site recebeu (Metas> Visão geral) e em quais URLs elas ocorreram (Metas> URLs de meta). Você também pode ver o caminho que os visitantes seguiram para concluir a conversão (Metas> Caminho de meta reverso).

Por falar em metas e conversões, a maioria das tabelas nos relatórios padrão do Google Analytics vinculará dados específicos às suas conversões. Por exemplo, você pode ver o número de conversões feitas por visitantes da Califórnia em Público> Geográfico> Relatório de localização. Você pode ver o número de conversões feitas por visitantes do Facebook no relatório Aquisições> Todo o tráfego> Origem / mídia. Você pode ver o número de conversões feitas por visitantes que chegaram a páginas específicas no relatório Comportamento> Conteúdo do site> Páginas de destino.

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Se você tiver várias metas, poderá usar a lista suspensa na parte superior dessa seção de dados para alternar para a meta que deseja visualizar ou todas as suas metas, se preferir.

Atalhos e e-mails

Embora você não precise de todos os relatórios do Google Analytics, deve explorá-los todos para ver o que eles têm a oferecer. Quando você encontrar alguns que deseja visitar várias vezes, use o link Atalho na parte superior do relatório para adicioná-los aos Atalhos na barra lateral esquerda para acesso mais rápido.

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Ou use o botão de e-mail para que sejam enviados por e-mail para você (ou outras pessoas de sua equipe) regularmente.

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Se você optar por enviar e-mails para alguém fora de sua organização, certifique-se de verificar regularmente seus e-mails acessando o menu Admin e clicando na caixa E-mails programados na coluna Visualizar para garantir que apenas as pessoas que trabalham com sua empresa recebam seus dados.

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FAQs sobre o Google Analytics

Tem algumas perguntas? Aqui estão alguns dos mais comuns que surgem com o Google Analytics.

Como faço para compartilhar meus dados do Google Analytics com alguém?

Você não precisa fornecer as informações de sua conta do Google para alguém que precise acessar seus dados do Google Analytics. Você só precisa ir ao menu Admin e em Conta, Propriedade (site) ou Visualização que você deseja que alguém veja, clique no menu Gerenciamento de usuários.
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A partir daí, você pode adicionar o endereço de e-mail de qualquer pessoa que gostaria de ver seus dados do Google Analytics e escolher as permissões que deseja que eles tenham.
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Não gosto de ver os relatórios no Google Analytics. Alguém pode simplesmente resumir os dados para mim?

Sim! Quill Engage é um serviço que pegará seus dados do Google Analytics e os resumirá em um relatório de fácil leitura para você. O melhor de tudo é que é gratuito para até dez perfis (sites).
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Tenho uma dúzia de sites e não quero verificar cada um de seus Google Analytics diariamente. O que eu faço?

Você tem duas opções neste cenário. Você começa indo para a tela inicial do Google Analytics. Lá, você encontrará uma lista de todos os seus sites e uma visão geral das principais métricas – sessões, duração média da sessão, taxa de rejeição e taxa de conversão.
O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 37
Você também pode tentar soluções de painel de negócios como o Cyfe. Por US $ 19 por mês, você pode criar painéis ilimitados com widgets ilimitados, incluindo uma grande seleção de dados do Google Analytics, junto com dados de suas redes de mídia social, classificações de palavras-chave, estatísticas Moz e muito mais.

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Essa solução reduz significativamente o tempo gasto na análise de todo o seu negócio.

O Google Analytics diz que mais de 90% das minhas palavras-chave orgânicas (não fornecidas). Onde posso encontrar essas informações?

(não fornecido) é a maneira do Google de proteger a privacidade do usuário do mecanismo de pesquisa, ocultando as palavras-chave que eles usam para descobrir o seu site nos resultados da pesquisa. Ferramentas como Google Webmaster Tools (agora Search Console, gratuito), Authority Lab’s agora Provided Reports (pago) e Hittail (pago) podem ajudá-lo a descobrir algumas dessas palavras-chave.
O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 38
Eles não serão vinculados às suas conversões ou outros dados do Google Analytics, mas pelo menos você terá alguma idéia de quais palavras-chave os pesquisadores estão usando para encontrar seu site.

Como utilizo relatórios, painéis e segmentos personalizados?

Se você está pronto para passar para o próximo nível no Google Analytics, os relatórios personalizados, painéis e segmentos são o caminho a percorrer.
Os relatórios personalizados (no menu Personalização na parte superior) permitem que você crie relatórios semelhantes aos relatórios padrão do Google Analytics com as métricas que deseja visualizar.
O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 39
Os painéis permitem que você visualize seus dados do Google Analytics em um formato de painel. Você pode acessá-los na parte superior da barra lateral esquerda.
O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 40
Os segmentos permitem que você visualize todos os seus dados do Google Analytics com base em uma dimensão específica, como todos os seus dados do Google Analytics com base em visitantes dos Estados Unidos. Você também pode usá-los para comparar até quatro segmentos de dados, como tráfego dos Estados Unidos x Reino Unido, tráfego de pesquisa x social, tráfego de celular x desktop e muito mais. Você pode acessar segmentos em cada um de seus relatórios.
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A parte boa disso é que você não precisa criá-los do zero. Você pode começar usando relatórios, painéis e segmentos personalizados predefinidos da Galeria de soluções do Google.
O Guia Absotulo para usar e configurar o Google Analytics 42
Lá, você encontrará muitos relatórios personalizados, painéis, segmentos e outras soluções que você pode importar para o Google Analytics e editar para atender às suas necessidades. Edite relatórios personalizados com o botão Editar na parte superior.
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Edite os painéis usando os botões Adicionar widget ou Personalizar painel na parte superior.
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Edite os segmentos clicando no botão Ação dentro da caixa do seletor de segmentos e escolhendo Editar.
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Ou, depois de aplicar segmentos a seus relatórios, use a seta suspensa no canto superior direito para encontrar a opção Editar.
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À medida que você se acostuma a editar relatórios, painéis e segmentos personalizados, ficará mais familiarizado com a maneira como cada um funciona, para que possa criar novos por conta própria.

Para concluir

Espero que você tenha gostado desta introdução ao Google Analytics para iniciantes. Se você é um iniciante e tem dúvidas, pergunte nos comentários. Terei todo o gosto em ajudar!

Criação de SitesWeb Design

Quanto custa um site profissional? Existe alguma tabela de preços para a criação desse tipo de site? Qual o orçamento devo reservar para isso? Estas são provavelmente algumas perguntas feitas por quem precisa criar um site profissional.

Muitas pessoas criam seus próprios sites. Atualmente, existem quase 1,9 bilhão de sites e esse número está crescendo diariamente.

Antigamente um site só era possível de ser desenvolvido por uma pessoa especializada em desenvolvimento web. Uma vez que ter seu próprio site se tornou uma coisa muito comum, é provável que você imagine que seja fácil e simples responder a pergunta de quanto custa um site profissional.  

Acontece que os valores exatos são muito difíceis de encontrar.

O preço de cada site é individual e até subjetivo.

O preço médio para criação de um site profissional varia de acordo com suas funcionalidades e sua localidade. Sites institucionais tendem a ter um custo menor do que sites de vendas online, por exemplo. Para um site institucional de 5 a 10 páginas, em média custa entre R$1.800,00 à R$4.000,00.

Sendo assim, neste artigo vamos:  

  • Determinar quanto custa um site profissional e dar a você algumas opções comuns.
  • Discutir os custos dos diferentes componentes do site em detalhes. Dessa forma, é possível escolher opções de acordo com suas próprias necessidades e orçamento.
  • Identificar qual a melhor alternativa para o seu caso: Wix ou WordPress.

Boa leitura! O que envolve o custo de um site profissional? Como primeiro passo, vamos olhar para tudo aquilo que envolve algum investimento financeiro durante a criação do site. Ou seja, vamos conferir alguns detalhes importantes de quanto custa um site profissional.  

Quanto custa um site profissional?

Quanto custa um site profissional? 47

Embora o preço de um site seja altamente individual e até mesmo subjetivo, como já falamos, algumas coisas são universais em todos os processos de criação de sites e, portanto, determinam o custo deles. Veja abaixo.

1.Tipo de site e número de páginas

Os sites não são iguais. O preço depende muito do tipo de site que você está construindo. Um blog simples é mais fácil de construir do que uma loja virtual. Um site de uma pequena empresa tem menos páginas do que um site de uma grande corporação, por exemplo.

2. Domínio e hospedagem

Toda presença na web precisa de uma residência e um endereço para encontrá-la. Em termos de sites, isso quer dizer um servidor e um endereço de domínio. O custo de um domínio .com.br é de R$40/ano e pode ser comprado no Registro BR. Já o servidor de hospedagem o custo pode variar bastante, a depender da qualidade e da velocidade que ele irá te entregar.

3. Tecnologia básica

Todos os sites são desenvolvidos por linguagens de programação. Isso pode ser puro HTML com folhas de CSS ou arquivos PHP é um sistema de gerenciamento de conteúdo como o WordPress ou Wix, por exemplo. Dependendo da sua escolha, os custos serão diferentes.

4. Componentes adicionais

A tecnologia básica não é tudo. Dependendo da funcionalidade, você pode precisar de plugins adicionais, aplicativos ou serviços de terceiros, muitos dos quais são pagos e custam aproximadamente U$30 por licença.

5. Configuração / Design / Desenvolvimento

Construir um site não é apenas adquirir as peças, elas também precisam ser montadas. Você pode fazer isso sozinho ou contratar alguém. Neste último caso, terá que pagar por isso. E se decidir fazer sozinho, terá que dedicar bastante tempo.

6. Manutenção de Site

Por fim, também é necessário manter o site funcionando. A manutenção contínua também faz parte do plano de custo do seu site.

Aqui estão alguns possíveis cenários onde um custo padrão será necessário para a criação do seu site. Os custos específicos de cada uma das etapas acima, veremos mais adiante, ainda neste artigo.

Quanto custa fazer um site profissional sozinho, com freelancer ou com agência

Agora, veja quanto você investiria para desenvolver um site de 3 formas diferentes: sozinho, contratando um freelancer ou contratando uma agência. Continue lendo!

Opção 1 – Faça tudo sozinho

Quanto custa um site profissional? 48

Fazer sozinho obviamente é a opção mais em conta, pois você não irá colocar no custo as suas horas de trabalho/aprendizado. Dessa forma,  seus custos iniciais seriam registro de domínio (R$40), servidor de hospedagem (uma média de R$150/ano para sites pequenos) e um tema de WordPress (R$240). Ou seja, inicialmente investindo R$430 você conseguirá criar um site.

Para essa opção dar certo, você precisará trocar seu dinheiro por tempo. Terá que dedicar tempo para aprender a utilizar as ferramentas e entender como customizar da maneira adequada o seu site. 

“Mas eu não sei programar”, é possível que esteja pensando.  

Sem problemas!

Hoje em dia, há tecnologia suficiente para permitir a criação de um site sem codificação, como o Wix ou WordPress por exemplo. Sendo assim, é absolutamente possível criar um site sozinho, ou seja, sem a ajuda de ninguém.  

No entanto, fazer tudo sozinho exigirá muito tempo e trabalho. Além disso, também você terá que aprender várias coisas, não terá um suporte adequado, a qualidade não vai ficar profissional, entre outros problemas. Sendo assim, é importante rever essa opção antes de qualquer coisa.

Vantagens de fazer site sozinho

  • Custo mínimo
  • Só depende de você
  • Maior liberdade e autonomia para fazer do seu jeito

Desvantagens de fazer site sozinho

  • Curva de aprendizado grande
  • Não tem ninguém para prestar suporte à você
  • O site pode não ficar com uma aparência profissional
  • O site pode não estar de acordo com algumas boas práticas essenciais
  • Fazer escolhas erradas e perder muito tempo

Opção 2: Contratar um Freelancer

Quanto custa um site profissional? 49

Essa opção é um custo intermediário. Intermediário pois, em geral, os freelancers por ter menos obrigações fiscais e encargos, conseguem fazer orçamentos de site mais enxutos e mais em conta do que uma agência por exemplo. O custo de um site feito por um freelancer vai depender basicamente da experiência desse profissional no mercado.

A média de valores pode ir de R$600 a R$5000 por site. Inclusive pode ser mais do que R$5000, pois, como dissemos, um dos itens que mais afeta na precificação de um site é o tamanho/complexidade do mesmo.

Nesse caso, o custo de um site depende de quem é este profissional freelancer, quanto custa a sua hora de trabalho e quanto tempo seu projeto leva para ser concluído. Um site padrão do WordPress, por exemplo, leva de 25 a 40 horas.  

O problema aqui é que o freelancer, muitas vezes, não possui a experiência que uma agência de criação de sites possui (como veremos abaixo), não tem a capacidade de desenvolver projetos avançados, ou seja, com melhores recursos, entre outras questões. Portanto, apesar de ser uma opção mais em conta, pode não ajudar você a atingir os resultados esperados.  

Vantagens de fazer o site com Freelancer

  • Preço intermediário
  • Menos burocracias
  • Irá fazer o trabalho por você

Desvantagens de fazer o site com Freelancer

  • Pode não ter muita experiência
  • Em geral não tem uma equipe ou uma estrutura para tocar o projeto melhor
  • Menos segurança na contratação – (há muitos casos de clientes que chegam aqui na GSP Sites com experiências bem traumáticos do tipo “o freelancer sumiu com meu dinheiro”)
  • Muitas vezes não consegue cumprir os prazos por ser sozinho

Opção 3: Trabalhar com uma agência

Quanto custa um site profissional? 50

Nessa terceira opção podemos falar com propriedade! Aqui na UpSites, vendemos sites que vão de R$495 até mais de R$10.000.

Por sua vez, trabalhar com uma agência de criação de sites é outra história.

Com essa opção é possível interagir com várias partes responsáveis ​​por diferentes áreas (design, branding, desenvolvimento web, SEO, etc.). Isso é capaz de tornar o processo muito mais profissional e de alta qualidade.  

Quando você trabalha com uma agência você terá um time empenhado em fazer um site profissional em todos os aspectos. Desde cuidados simples como o tipo e tamanho de imagem que deve ser utilizado até o trabalho intenso de criação da identidade visual.

Se você está querendo investir no seu negócio, com certeza o melhor caminho é contratar uma agência focada em criação de sites.

É claro que aquela questão de quanto custa um site profissional pode ser bastante diferente aqui. No entanto, tudo deve ser encarado como um investimento.  

Nas agências, o valor por hora de trabalho pode estar entre R$ 100 e R$ 300 ou mais, vai depender do modelo de negócio de cada agência.  

Vantagens de fazer o site com uma agência

  • Expertise para fazer projetos mais complexos
  • Maior poder de criação, aparência profissional
  • Maior agilidade no desenvolvimento
  • Maior segurança na contratação
  • Suporte constante
  • Consultoria digital

Desvantagens de fazer o site com uma agência

  • O investimento costuma ser mais alto

Para ajudá-lo a decidir a melhor opção de contratação para a criação do seu site, na próxima seção deste artigo sobre o velho dilema de quanto custa um site profissional iremos destrinchar ainda mais os custos envolvidos no desenvolvimento de um site.  

Quanto custa um site profissional – Detalhamento dos custos

Domínio e Hospedagem

Domínio e hospedagem estão entre as necessidades básicas de um site. Por esse motivo, eles devem ser o primeiro aspecto a serem incluídos nos curtos. Embora existam muitos tipos de hospedagem, quando se trata de criar seu próprio site, há 3 opções principais: A Hospedagem Compartilhada, a Hospedagem VPS e a Hospedagem Dedicada.

Hospedagem Compartilhada

Este tipo de hospedagem pode ser um boa opção para começar. Entre outros tipos de planos de hospedagem, é o que a maioria das pessoas escolherá. É chamado hospedagem compartilhada porque seus dados (arquivos de sites, bancos de dados, e-mails etc.) são armazenados em um servidor que é compartilhados com outros clientes da empresa de hospedagem. É adequado para site com baixo volume de tráfego.

Para lhe dar uma analogia, a Hospedagem Compartilhada é como andar de ônibus. Você terá que dividir seu espaço no ônibus com outras dezenas de pessoas e sua velocidade para chegar no destino será menor. Pelo fato de ter um preço muito em conta, você acaba sacrificando a segurança, conforto e velocidade do seu site.

Custo médio: R$ 10/mês

DICA: Muitas empresas fazem promoções malucas e conseguem descer o preço para algo em torno de R$3,00 ou R$4,00 por mês. Um exemplo, é a Weblink que costuma ter os melhores preços do mercado e para quem está começando é uma boa opção.

Hospedagem VPS

Quando analisamos a hospedagem compartilhada acima, um dos principais pontos a considerar é que você está compartilhando os principais recursos do servidor, como RAM e CPU. Sendo assim você tem um limite menor que não pode ser ultrapassado o que irá fazer com que seu site fique um pouco lento.

Você também terá uma limitação para configurar algumas coisas do seu servidor (memória do servidor, tamanho máximo de upload, versão do PHP), o que pode afetar sua performance ou mesmo causar alguma incompatibilidade em seu site.

Para a maioria das pessoas, isso não será um problema. Mas se você quiser hospedar um site / loja virtual / blog com mais acessos ou quiser executar uma configuração específica exigida pelo software do seu site, uma Hospedagem VPS definitivamente atenderá às suas necessidades melhor que a Hospedagem Compartilhada.

Com a Hospedagem VPS seus dados são armazenados na nuvem, em vários discos rígidos diferentes em vários servidores físicos. O resultado é que a velocidade do seu site aumenta, a probabilidade dele cair diminui drasticamente, e a capacidade de receber tráfego é muito maior.  

Uma boa analogia para a Hospedagem VPS seria com um táxi. Ela tem mais espaço, menos pessoas dividindo o espaço com você, e você terá maior velocidade e segurança.

Porém, você pode contratar uma VPS gerenciada ou configurar a sua própria VPS. Caso você não tenha conhecimento avançado em infra estrutura e TI, recomendo fortemente que você invista em uma VPS gerenciada. Não é difícil criar um servidor VPS sozinho, porém não tem suporte para te ajudar, o que significa que você pode ter problemas e não conseguir soluciona-los sozinho.

Custo médio de uma VPS: R$25/mês

Custo médio de uma VPS gerenciada: R$50/mês

DICA: A GoInfinite é uma empresa brasileira que gerencia servidores VPS. Tem um excelente suporte e um preço bastante competitivo.

Hospedagem Dedicada

Tal como acontece com a opção VPS, num servidor dedicado você está no controle total, mas desta vez você não compartilha o hardware com ninguém, nem mesmo na nuvem. É o máximo em termos de poder e controle porque você obtém todos os principais recursos do servidor atribuídos apenas ao seu site, como CPU, RAM e espaço em disco.

Voltando à nossa analogia, isso é como possuir sua própria Ferrari. Você pode usá-lo completamente, quando quiser e personalizá-lo da forma que bem entender. Você está 100% no controle e com máxima velocidade.

Se você não tiver um site ou loja virtual muito robusto essa opção não compensa, pois irá ter um investimento alto mensal e provavelmente não irá precisar disso tudo.

Custo médio: A partir de R$450/mês

Custos de domínio

Um servidor não é tudo que você precisa. Seu site também deve estar acessível. Portanto, é necessário ter um nome de domínio.

Muitas soluções hospedadas oferecem um subdomínio gratuito. No entanto, para qualquer tipo de finalidade profissional, você provavelmente desejará seu próprio nome de domínio personalizado. Exemplo: www.suamarca.wixsite.com.br

Os domínios que terminam em .com, .net, .org ou outros domínios padrão, podem custar cerca de R$40 por ano. Já alguns com terminações diferentes são mais caros, na faixa de R$150 / ano. Software / Plataforma  Um site não precisa apenas de casa e endereço, ele também precisa de uma base – a tecnologia que o executa. Alguns anos atrás, isso era simplesmente HTML, CSS e/ou PHP. Sendo assim, se você quisesse um site, precisava criar os arquivos e colocá-los no servidor.

Quanto custa um site profissional: Ferramentas e Tecnologias

Quanto custa um site profissional? 51

Nos dias de hoje, temos outras formas de executar sites, ou seja, sistemas de gerenciamento de conteúdo (CMS) e construtores de sites.

Sistemas de gerenciamento de conteúdo (CMS)

No lado CMS, os mais comuns são o WordPress, Joomla e Drupal. O WordPress é o mais popular, de longe ( 53% do mercado, executando mais de 30% de todos os sites na Internet mundial).

Todos eles têm algo em comum: são pacotes de software de código aberto e, portanto, totalmente gratuitos para uso. Tenha em mente que ainda há alguns custos associados a eles.

Dependendo do tipo de site que precisa, você provavelmente necessitará de alguns complementos pagos, por exemplo, templates de sites profissionais ou plugins para funcionalidades adicionais. Esse é um dos motivos pelos quais a questão de quanto custa um site profissional varia tanto.  

Custo médio para aquisição de um bom template: R$ 240

Custo médio para compra de um bom plugin: R$ 120

Construtores de sites

Outra opção popular para construir seu próprio site é usar um construtor de sites. Esses construtores são soluções hospedadas que permitem que pessoas sem conhecimento técnico criem sites sem codificação.  

Os construtores de sites geralmente cobram mensalmente e oferecem planos diferentes com mais ou menos recursos. Em média, eles custam entre R$15 e R$60 por mês.

Como mencionado, eles também vêm com hospedagem, então você pode subtrair esse custo do total. Um dos exemplos mais famosos é o Wix e o Squarespace, que são plataformas tudo em um. Em geral não são usadas para sites profissionais, por terem algumas limitações principalmente relacionado a posicionamento do site no Google.

Embora quase todos os criadores de sites ofereçam planos gratuitos ou pelo menos testes gratuitos, para obter a mesma quantidade de recursos que um CMS como o WordPress, geralmente é preciso pagar mais por mês.

Custos de design e desenvolvimento

Depois de decidir em qual sistema executar seu site e onde hospedá-lo, é hora de juntar tudo. Para o design e desenvolvimento, o custo depende principalmente de quanto trabalho você pode fazer sozinho versus quanto pode pagar a outras pessoas ou empresas para fazê-lo.  

Esse é outro fator que influencia na questão de quanto custa um site profissional.  

Custo de manutenção

Uma vez que seu site esteja pronto e online, é necessário lidar com a manutenção. Mesmo que isso geralmente não chegue perto dos custos da primeira instalação, ainda é algo a ser considerado. O custo pode ser de forma pontual – pagar quando der problemas – ou pagar de forma mensal para alguém cuidar do seu site de maneira regular. 

Aqui na UpSites, vendemos um Plano de Cuidados com o Site, que já contempla tudo que você vai precisar:

  • Servidor de hospedagem
  • Contas de email
  • Atualização semanal do site
  • Segurança do site
  • Certificado digital de segurança
  • Backups diários
  • Suporte especializado
  • Vídeos de treinamento para gerenciar o site

Tudo isso junto cobramos R$129,90 por mês. Claro, não é o preço mais em conta do mercado, porém você terá a segurança e a comodidade de deixar o site nas mãos deu ma empresa séria e de qualidade.

Atualizações

O software está sempre evoluindo com novos recursos, melhorias de código, etc. Em plataformas de criação de sites, essa não é uma preocupação. Já com sistemas como o wordpress, é necessário sempre atualizá-lo.

Segurança

Uma vez que o site esteja online, é necessário mantê-lo seguro. Isso significa backups e outras medidas de segurança.

Certificado de segurança digital (SSL)

Sabe aquele cadeado verde que você vê em alguns sites ao lado da barra de endereço? Pois bem, esse é o certificado digital de segurança (SSL), que é um item para melhorar a segurança do seu site e também já é um pré-requisito exigido pelo Google. Você pode optar por usar um SSL grátis ou contratar um SSL pago em seu servidor de hospedagem, que terá um custo médio anual de R$500. 

Quanto custa um site profissional: Custos do Marketing

Quando seu site está online, você precisa também divulgar e prospectar, para que ele comece a fazer dinheiro. Isso traz tarefas adicionais e / ou custos adicionais:

Marketing de conteúdo

Se você quer vender seu site, criar um blog é uma das melhores maneiras de fazer isso. O WordPress é uma excelente opção para isso. Você pode criar artigos por conta própria ou contratar um redator.

SEO

Search engine optimization, também conhecido como SEO não é necessário apenas para lançar o site. Se o seu site está mudando muito (por exemplo, por causa de postagens semanais no blog), e você deseja ser encontrado no Google, também será necessário atualizar os conteúdos para um bom posicionamento no mecanismo de busca. E como não poderia ser diferente, isso também tem um custo.

Custo médio para a criação de conteúdo: R$50 por artigo

Custo médio para a otimização do conteúdo para SEO: A partir de R$700/mês

Conclusão 

Sendo assim, podemos concluir que para a maioria dos usuários que quer um site realmente profissional o WordPress é provavelmente a melhor solução.

Quanto custa um site profissional então?

A resposta certa para a questão de quanto custa um site profissional é que depende de muitos fatores!

Você pode somar os valores médios que apontamos ao longo deste artigo de chegar as suas conclusões. Tudo dependerá das suas preferências, necessidades e orçamento. Dependerá de quanto você está disposto a investir e o que irá terceirizar para uma agência de criação de sites.  

A menos que você tenha bastante tempo livre para dedicar a aprender tudo que é necessário para fazer sozinho, e mais, colocar tudo isso em prática, nosso conselho é optar por um site desenvolvido no WordPress por uma boa agência de criação de sites e hospedado num servidor VPS.

Delegar atividades e funções que você não domina é o comportamento mais empreendedor que pode ter. Com isso, você consegue focar com tranquilidade na gestão e no crescimento do seu negócio e deixa o desenvolvimento de site com quem entende. Se você parar para fazer um site profissional, caso não seja um web designer ou desenvolvedor web, provavelmente o resultado não será bom.

Além disso, o WordPress tem, de longe, o maior ecossistema de todas as opções. Consequentemente, existem soluções para quase tudo o que você precisar por lá. O WordPress também é incrivelmente flexível e não há praticamente nada que não seja possível fazer com ele.

Mais importante, tudo o que é construído com o WordPress é completamente seu. Você tem controle total sobre o que está acontecendo com seu site e possui todo o conteúdo. Além do mais, pode fazer o que quiser com o seu site, inclusive transferi-lo para outra empresa de hospedagem.

Portanto, agora que já sabe em média quanto custa um site profissional e que o WordPress pode ser sua melhor opção, por que não investir em um? Entre em contato conosco, e nós faremos questão de te mostrar quando seu site profissional irá custar.

Web DesignCriação de Sites

É fácil para as pessoas olharem para os sites hoje e pensarem: “Qualquer um pode criar isso”. Graças a sistemas de gerenciamento de conteúdo como o WordPress, além de temas e plugins pré-codificados, algumas pessoas podem.

Mas o fato é que isso exige uma combinação de fortes habilidades de codificação e design inteligente para criar um site que as pessoas desejam visitar, comprar, assinar e assim por diante

Isso torna os web designers e desenvolvedores web indispensáveis ​​atualmente.

Se você está pensando em criar sites para ganhar a vida, é importante descobrir qual dessas funções você deseja fazer. Isso facilitará muito mais o direcionamento de sua carreira, treinamento e posicionamento.

Por exemplo:

  • Você prefere escrever um código que resulte em uma funcionalidade de alto desempenho e recursos inovadores que tornam os sites interativos?
  • Ou você prefere criar caminhos bonitos e fáceis de usar que levem o público-alvo diretamente para a solução que eles procuram?

Esses são os tipos de coisas que você precisa considerar ao avaliar as opções.

Hoje, examinaremos as principais diferenças entre um web designer e desenvolvedor web e forneceremos respostas para as perguntas comuns sobre o que cada um faz.

Qual é a diferença entre web designers e desenvolvedores web?

É fácil misturar web designers e desenvolvedores. Ambos ajudam a criar sites, mas estão envolvidos em áreas muito diferentes.

Simplificando:

  • Os web designers decidem a aparência geral de um site.
  • Os desenvolvedores web transformam essa visão em um site totalmente funcional.

Os desenvolvedores constroem a estrutura principal de um site usando linguagens de codificação, enquanto os designers são mais criativos visualmente e focados no usuário. Os desenvolvedores usam seus conhecimentos de programação para dar vida à visão criativa do designer. Pense nos desenvolvedores como trabalhadores da construção civil e nos web designers como arquitetos – ambos os conjuntos de habilidades necessárias, mas diferentes.

O que os desenvolvedores web fazem?

Os desenvolvedores web usam todos os elementos que foram criados – a estrutura do site, modelos de projeto e protótipos, além da cópia – e transformam isso em código.

Embora os desenvolvedores web geralmente não realizem qualquer trabalho de design, eles geralmente colaboram estreitamente com os web designers durante todo o processo.

Essa colaboração pode começar no início do processo de web design, colocando o desenvolvedor na posição de consultor. 

Depois que um web designer conceitua como eles querem que um site pareça e funcione, o desenvolvedor avalia se o que eles imaginaram pode ou não ser programado técnica e economicamente.

Os desenvolvedores web e web designers também colaboram mais tarde quando os designers entregam os projetos aprovados pelo cliente para serem codificados.

O que os Web Designers fazem?

Como os desenvolvedores web, os web designers não têm uma tarefa ou área específica de um site pelo qual são responsáveis.

Sim, os web designers têm a tarefa de projetar interfaces digitais que são atraentes e eficazes para levar os visitantes a tomarem uma determinada ação, chamada de conversão (comprar, se cadastrar, assinar, ler etc).

No entanto, grande parte do processo de web design é focado em pesquisa de referência, testes e validações. Portanto, não basta apenas saber como escolher uma paleta de cores esteticamente agradável para criar um belo layout.

Os web designers precisam ser capazes de projetar experiências personalizadas que atendam às necessidades e motivações dos usuários finais. Eles também precisam equilibrar isso com a compreensão de como suas decisões de design afetam a codificação de um site.

Isso geralmente significa passar por um extenso processo de pesquisa e planejamento antes de se comprometer com o design final de um site.

Antes de iniciar a criação de um layout, um web designer deve separar um tempo bom para fazer uma pesquisa de referências.

Crie um documento de inspiração com links para sites que você adora ou marque-os como favoritos. O Pinterest é um ótimo lugar para encontrar um ótimo design de site – você pode encontrar e fixar ilustrações, capas de livros, pôsteres, blogs e outros tipos de design para se referir. 

Os web designers usam o termo “mood board” para essas coleções. Mood boards são um recurso para organizar um quadro de referências visuais e elementos que compõe o trabalho.

  • Awwwards sempre tem trabalhos novos e criativos e uma variedade de coleções temáticas 
  • Behance é uma compilação fantástica de trabalhos variados de web design
  • O Dribbble se concentra em designers individuais, fornecendo um fórum para obter feedback e se comunicar com outras pessoas sobre seu trabalho

Existem tipos diferentes de Web Designers e Desenvolvedores?

Assim como existem diferentes tipos de pessoas e empresas que precisam de sites, existem diferentes tipos de desenvolvedores e web designers para construí-los.

Que tipo de desenvolvedores web existem?

Desenvolvedores de back-end

  • Usam linguagens de programação avançadas como PHP, Java e SQL
  • Responsável por codificar o banco de dados e o servidor
  • Lidar com toda a funcionalidade complexa em um site
  • Responsável pelo teste e depuração

Desenvolvedores Front-end

  • Código com idiomas como CSS, HTML e JavaScript
  • Responsável pela codificação do próprio site
  • Crie todas as funcionalidades e recursos voltados para o usuário
  • Pode se especializar no desenvolvimento de CMS (por exemplo, WordPress)

Desenvolvedores full-stack

  • Código com linguagens de programação básicas e avançadas
  • Responsável por codificar tudo: front-end e back-end de um site

Que tipo de Web Designers existem?

Um web designer faz com que seu site tenha uma boa aparência . Eles se concentram no estilo e na sensação geral da página, usando software como o Photoshop, Adobe XD ou Figma para personalizar os elementos visuais do site. Eles também usam códigos como HTML e CSS (Cascading Style Sheets) para criar seus designs.

Dentre os web designers temos também algumas especialidades:

Designer de experiência do usuário (UX)

O trabalho de um web designer de UX é manter os visitantes conectados. 

Eles sabem exatamente como criar um site que irá agradar seu público-alvo específico porque realizaram uma pesquisa minuciosa sobre os elementos e necessidades dos usuários, sem mencionar toneladas de testes de protótipo e reestruturação do site.

Basta pensar que, se as pessoas gostarem de usar seu site, elas provavelmente revisitarão ou recomendarão. Portanto, você já pode ver como isso pode ajudar a aumentar sua base de usuários.

Designer de interface do usuário (UI)

Um web designer de interface do usuário ajuda a melhorar a maneira como os usuários interagem com elementos, ou a interface, em seu site. Isso é feito traduzindo ideias e valores complexos de marca em um site agradável e fácil de navegar.

Como isso difere do UX? É sutil, realmente. 

No nível mais básico, a interface do usuário (UI) é composta por todos os elementos que permitem que alguém interaja com um produto ou serviço. UX, por outro lado, é o que o indivíduo que interage com esse produto ou serviço tira de toda a experiência.

O UX está focado na jornada do usuário para resolver um problema,  interface do usuário (UI) está focada na aparência e no funcionamento das superfícies de um produto.

Para resumir: UX abrange todas as experiências que uma pessoa tem com um produto ou serviço, enquanto a interface do usuário é específica para os meios pelos quais as pessoas interagem com um produto ou serviço.

Designer visual

Um designer visual é uma mistura de UX e UI. O trabalho deles é não apenas melhorar a jornada do usuário usando suas habilidades criativas e de codificação, mas também resolver problemas de design. Eles também ajudam a conceituar o estilo ou o tom de voz exclusivo de uma marca.

Em essência, eles são um mestre em todos os negócios de web design e seus papéis específicos podem variar bastante, dependendo do que você deseja.

Quais habilidades os web designers e desenvolvedores web devem ter?

Embora existam responsabilidades comuns aos web designers e desenvolvedores, seus conjuntos de habilidades específicas para o trabalho diferem bastante:

Quais habilidades os desenvolvedores web precisam?

Os desenvolvedores web possuem o lado técnico de um site, o que significa que eles precisam ter domínio sobre programação.

Como já mencionamos, no entanto, existem diferentes partes de um site que os desenvolvedores podem ser responsáveis ​​pela programação. 

Por esse motivo, a lista de habilidades a seguir não se aplica a todos que desejam se tornar um desenvolvedor web.

Certifique-se de descobrir em qual faixa deseja seguir, para poder dominar o conjunto certo de habilidades:

HTML

Uma linguagem de marcação básica que permite aos desenvolvedores criar estilos de texto para navegadores da web (front-end).

CSS

Uma linguagem básica da folha de estilo que permite aos desenvolvedores formatar os elementos em uma página da web (front-end).

Javascript

Uma linguagem de script básica que permite aos desenvolvedores transformar uma página estática em algo interativo (front-end).

PHP

Uma linguagem de programação avançada do lado do servidor com a qual os desenvolvedores trabalham por meio de uma interface de linha de comando (CLI) para codificar o núcleo de um site (back-end).

Pré-processadores CSS como SASS ou LESS

Uma ferramenta que torna a codificação com CSS mais eficiente.

Estruturas JavaScript como jQuery

Uma ferramenta que simplifica o que os desenvolvedores precisam fazer para executar o código JavaScript.

Bibliotecas CSS e JavaScript

Recursos pré-codificados que os desenvolvedores podem usar para economizar tempo escrevendo todos os componentes ou interações do zero.

Git

Uma plataforma de controle de versão que facilita para os desenvolvedores trabalhar e gerenciar várias iterações de um site.

Além das habilidades de programação, os desenvolvedores web também se devem ter como habilidades complementares:

  • Bom gerenciamento de projetos e tempo
  • Web design responsivo
  • Otimização para mecanismos de pesquisa (SEO)
  • Solução de problemas (especialmente útil para depuração)
  • Habilidades de comunicação e colaboração

Quais habilidades os web designers precisam?

Web designers possuem tudo o que tem a ver com a interface de um site. Dito isto, seus conjuntos de habilidades precisam ir além dos conceitos básicos de design ou da teoria das cores.

Branding

É o gerenciamento e posicionamento estratégico da marca. Trata-se de um conjunto de ações estratégicas para a construção dos valores e percepções planejados para o seu público.

Teoria da cor

Não basta que as paletas de cores sejam esteticamente agradáveis. As cores significam coisas diferentes psicológica e culturalmente e isso deve ser levado em consideração.

Layout / formato

À medida que as telas diminuem, o layout de um site precisa se adequar e isso se torna um fator importante no processo de design.

Mapeamento de jornada do usuário

Os web designers precisam ser capazes de visualizar o caminho que os usuários seguirão para construir uma interface que faça sentido (design de UI / UX).

Desenvolvimento de funis

Isso tem tudo a ver com a intenção do usuário e entender como diferentes mentalidades levam os usuários a executar ações diferentes. O design deve levar em consideração esses diferentes funis (design da interface do usuário / UX).

Design de emoção

A empatia desempenha um papel importante no processo de web design – para designers de todos os tipos. Sem ele, você criará a persona errada.

Design responsivo

É importante considerar como suas escolhas de design afetam os usuários em diferentes dispositivos e navegadores.

Design de interação

Este segmento se concentra em como aumentar a clicabilidade e o envolvimento com os principais elementos de um site.

Além disso, é importante que os web designers tenham habilidades complementares como:

  • Bom gerenciamento de projetos e tempo
  • Práticas recomendadas de acessibilidade da Web
  • Codificação HTML e CSS
  • Motor de Otimização de Busca
  • Otimização da taxa de conversão
  • Comunicação com o cliente
  • Colaboração em equipe

Quais ferramentas os designers e desenvolvedores usam?

Como os desenvolvedores web e web designers se concentram em partes completamente diferentes de um site, não há muita sobreposição em termos das ferramentas que eles usam.

Que tipo de ferramentas os desenvolvedores web usam?

Além de poder manipular linguagens de codificação, os desenvolvedores web devem dominar as seguintes ferramentas:

Ambiente de desenvolvimento integrado (IDE)

Plataforma de controle de versão

Ferramentas para desenvolvedores de navegadores

Sistema de gerenciamento de conteúdo

Ferramentas de análise e teste de sites

Que tipo de ferramentas os designers da Web usam?

Software e ferramentas para web design

Bancos de imagens

Ferramentas de otimização de imagem (compactação / redimensionamento)

Você precisa de um web designer ou desenvolvedor web?

Agora você conhece as diferenças entre um designer e desenvolvedor. Isso é importante, pois saber quando contratar cada um facilitará muito a sua vida relacionada ao site. Para uma rápida visão geral sobre quando escolher cada um, dê uma olhada na nossa tabela abaixo.

ProjetoDe quem você precisa?
Projetar um novo layout de siteWeb designer
Criar um novo formulário de contatoDesenvolvedor Web
Criar um aplicativo para celularDesenvolvedor Web
Conceitualizar a nova marca do siteWeb designer
Corrigir problemas de servidor / hospedagemDesenvolvedor Web
Editar fotos e vídeosWeb designer

Como mencionamos, nem sempre você irá precisar apenas de um ou de outro. Por exemplo, criar um site a partir do zero requer um desenvolvedor web e um web designer. Afinal, você irá precisar tanto da parte visual como da parte funcional do site.

O uso de uma agência web pode ser realmente útil se, como a maioria das pessoas, você não tiver tempo para criar seu próprio site enquanto gerencia seu negócio. Ou, se você precisar de um site com funcionalidade avançada, uma agência cheia de especialistas é uma ótima solução.

Quanto custa um web designer vs desenvolvedor web?

Um web designer freelancer geralmente custa entre R$ 40,00 e R$90,00/h, enquanto a contratação de um desenvolvedor web freelancer normalmente custa entre R$60,00 e R$ 120/h. Uma agência de web design de tamanho médio (que fornece os dois lados da construção do site) custará entre R$120,00 e R$240,00/h para um site básico.

Para contratar um site one page – que é um dos modelos mais simples – com uma agência de criação de sites,você terá que investir em torno de R$900,00 à R$2.000,00 para projetar um site do zero e totalmente personalizado.

Web Designer X Desenvolvedor Web: Conclusão

Agora você deve ter um conhecimento mais desenvolvido de web design, mas vamos recapitular rapidamente o que aprendemos.

A diferença entre um desenvolvedor web e um web designer é maior do que você pensa. Um web designer traz a ideia de uma marca para a realidade na tela e sabe exatamente o que o público específico irá gostar. Um desenvolvedor web cria a estrutura principal do site, usando linguagens de codificação para criar sites lógicos e programáticos.

No entanto, assim como mostarda e ketchup em um cachorro-quente, às vezes você precisa de ambos para obter a melhor experiência . Ao criar um site a partir do nada, você precisa de um desenvolvedor web para construir a base e de web designers para fazer com que pareça e sinta da maneira que você e – mais importante – seus usuários desejam.

Criação de Sites

Todos que participam de um curso de Front-End acabam conhecendo o Bootstrap, um dos frameworks mais conhecidos e usados. Mas existe uma alternativa poderosa, com recursos bem interessantes: o Materialize.

Nesse guia vamos trazer as principais informações sobre esse framework. Descubra o que ele é, para que serve e muito mais. Vamos falar sobre as suas origens, como ele pode ser usado e quais as suas principais características. 

Material Design

Antes de falarmos especificamente sobre o Materialize, é importante conhecer o projeto em que ele está inserido, que se chama Material Design. 

Ele foi criado e também projetado pela Google. Podemos dizer que o Material Design corresponde uma linguagem de design que mistura os princípios clássicos do design com a inovação e tecnologia. 

O principal objetivo da gigante Google é desenvolver um sistema de design que possibilite uma experiência unificada do usuário em todos os seus produtos, no contexto de qualquer plataforma. 

Dessa forma, trata-se de uma proposta ousada, mas que está rendendo bons resultados até o momento. separamos abaixo alguns dos princípios desse projeto:

Princípios 

  • Material é a metáfora

Essa metáfora do material serve para definir a relação existente entre espaço e movimento. A ideia dessa metáfora é que a tecnologia deve ser inspirada no papel e na tinta. Além disso, deve ser utilizada para facilitar a criatividade e a inovação. 

Dessa forma, as superfícies e arestas são elementos que fornecem pistas visuais familiares que permitem aos usuários entender rapidamente a tecnologia além do mundo físico.

  • Negrito, gráfico, intencional

Esse princípio diz que elementos e componentes como grades, tipografia, cor e imagem são mais do que apenas visualmente agradáveis. Eles também criam um senso de hierarquia, significado e foco. 

  • Movimento fornece significado

De acordo com esse princípio, o movimento é o que permite ao usuário traçar um paralelo entre o que ele visualiza na tela e o que visualiza vida real. 

Dessa forma, ao fornecer feedback e familiaridade, permite que o usuário se aprofunde de forma completa na tecnologia desconhecida. 

Você conhece o Materialize?

Um dos frameworks mais famosos entre os desenvolvedores Front-End, e também um dos mais solicitados, atualmente, como pré-requisito para quase todas as vagas de emprego nesta área é o Bootstrap.

Trata-se de uma opção interessante ao Bootstrap: um framework muito usado e bastante útil para agilizar o desenvolvimento de sites e sistemas web e mobile. Mas, e o Materialize, você conhece?

Saiba agora o que é Materialize, para que serve e como começar a utilizar este, que é um dos grandes aliados dos programadores.

O que é Materialize?

“Materialize é um framework Front-End que resolve os mesmos problemas, mas, claro, com suas próprias características. Ele surgiu através de um projeto desenvolvido pela Google e é inspirado no Material Design (design utilizado no sistema operacional para smartphones Android desde a versão 5.0).”

Agora vamos falar sobre o conceito de Materialize. No site oficial é possível encontrar um pequeno resumo conceitual: Uma estrutura de front-end responsiva moderna, baseada em design de materiais.

Dessa forma, podemos dizer que o Materialize nada mais é do que um framework, que pode ser usado para tornar o desenvolvimento de sites e sistemas online muito mais dinâmico e fácil.

É considerado por muitos uma alternativa ao tradicional Bootstrap, um dos frameworks mais conhecidos. 

Depois, este design acabou virando padrão para todos os serviços Google. Quem usa estes serviços, logo vai notar…

Materialize: O que é e para que serve este framework? 52

Diferenciais do Materialize

Com seus componentes bem semelhantes aos de seu amigo Bootstrap, ele apresenta opções com design mais leve. Isto faz com que seu projeto fique visualmente mais agradável.

Além disto, com ele, você deixa seu projeto responsivo. E a importância de se ter um design responsivo em pleno ano de 2017 não precisa nem ser discutida, não é mesmo?

Materialize: O que é e para que serve este framework? 53

A sua documentação é vasta e de fácil entendimento, com uma curva de aprendizagem bem pequena. Como podemos ver na imagem abaixo, há no site oficial do Materialize vários exemplos de como aplicar o Materialize.

Lá, você também aprende como aplicar cada um dos componentes em seu projeto, facilitando bastante a sua vida como programador.

Materialize: O que é e para que serve este framework? 54

Como Começar a Utilizar o Materialize?

Para quem ainda não sabe como instalar e começar a usar o Materialize, basta:

  1. Baixar

O framework Materialize está disponível em duas formas diferentes. Você pode selecionar qual versão deseja, dependendo da sua preferência e conhecimento. 

Para começar a usar o Materialize, tudo o que você precisa fazer é baixar uma das opções disponíveis, entre elas:

  • Materializar

Esta é a versão padrão que acompanha os arquivos CSS e JavaScript minificados e não minificados. Esta opção requer pouca ou nenhuma configuração. Use isso se você não estiver familiarizado com o Sass.

  • Sass

Esta versão contém os arquivos SCSS de origem. Ao escolher esta versão, você terá mais controle sobre quais componentes incluir. Você precisará de um compilador Sass se escolher esta opção.

  1. Configuração
  • Estrutura do Projeto

Após o download, extraia os arquivos para o diretório em que seu site está localizado. Seu diretório será algo parecido com isto.

  • Configuração HTML

Em seguida, basta vincular os arquivos corretamente na sua página da web. Geralmente, é aconselhável importar arquivos javascript no final do corpo para reduzir o tempo de carregamento da página.

  • Modelos

Para facilitar o trabalho, o Materialize conta com alguns modelos. Esses modelos foram pensados para que você possa começar facilmente a projetar seu site com um tempo mínimo de configuração.

  • Opções de terceiros

Existem algumas opções criadas pela comunidade para você incluir facilmente o Materialize no seu projeto. No entanto, essas opções de terceiros não foram testadas, podendo estar desatualizadas.

A partir daí, é só usar a criatividade e abusar dos recursos oferecidos. Claro, para facilitar, você pode usar também os exemplos listados no site como inspiração!

Para os iniciantes, é interessante também entender bem o funcionamento das grids, para que você consiga montar um site responsivo bem estruturado para os diversos tamanhos de telas que temos hoje.

Materialize: O que é e para que serve este framework? 55

Qual framework usar?

Agora você pode estar se perguntando qual framework é o melhor para o seu projeto. Essa não é uma pergunta fácil, tendo em vista que cada uma das opções disponíveis conta com suas próprias vantagens e desvantagens.

Mesmo profissionais que já usam o Bootstrap podem gostar do Materialize. São duas opções interessantes, que podem ser aplicadas com facilidade a um projeto. No entanto, quem já está acostumado com um pode optar por não testar o outro. 

Mas existem aqueles que gostam de experimentar novas ferramentas, para desenvolver novas habilidades e adquirir mais conhecimento. Para essas pessoas, pode ser uma ótima ideia experimentar o Materialize, mesmo já usando o Bootstrap.

Por que Utilizar o Materialize?

Neste momento, você deve estar se perguntando: “Ah, mas eu já uso o Bootstrap. Estou bem tranquilo aqui aplicando-o em meus projetos. Por que eu iria começar agora a utilizar este framework?”.

Uma boa resposta para isto pode ser uma outra pergunta: Por que não usá-lo? Por que não aproveitar a oportunidade de aprender uma nova ferramenta?

Este artigo não tem o objetivo de comparar a eficiência dos dois frameworks, até porque ambos cumprem muito bem o que prometem. O nosso objetivo aqui é te apresentar uma bela alternativa ao Bootstrap, para que você tenha outra opção à sua disposição. E é você quem decide se vai dar uma chance ao Materialize ou não!

Conclusão

Neste guia falamos sobre o framework Materialize, explicando o que ele é, como ele pode ser usado, como funciona e muito mais. Como você pode ver, é uma boa opção para aqueles que querem ir além do Bootstrap e testar algo novo.

Apesar disso, não é fácil determinar qual dos dois é melhor ou mais recomendado. Na verdade, cada um deles será mais agradável para determinado grupo de pessoas. 

De qualquer forma, são opções interessantes, que ajudam muito no desenvolvimento de projetos diversos. Vale a pena conhecer mais a respeito e se atualizar.

SEO

A otimização de mecanismos de pesquisa ou SEO é uma área do marketing em constante mudança. Com frequência somos informados sobre um novo algoritmo lançado pelo Google para oferecer aos usuários o melhor conteúdo da internet, um deles é o mobile-first index. 

Isso exige ficar sempre atento e alterar muitas de suas estratégias de SEO para lidar com as mudanças. Mas nem sempre é fácil estar atualizado sobre as tendências do Google. Ansioso por produzir resultados relevantes, o mecanismo de busca aprimora constantemente sua tecnologia e conta com inteligência artificial para dar suporte aos resultados. 

A otimização de mecanismos de pesquisa desempenha um papel vital em atrair consumidores para o seu site. O SEO pode ajudar a aumentar a visibilidade online do nas páginas de resultados do mecanismo de pesquisa. 

É um componente indispensável na criação da presença digital. Tem muito valor na entrega de conteúdo. Quando usado estrategicamente, pode ajudar as empresas a direcionar o tráfego orgânico, otimizar a experiência do usuário e aumentar a receita. 

Mobile-First

Para alcançar bons resultados com SEO, é preciso pensar a web como uma experiência móvel. Desde 2019, o Google trata a versão mobile de um site como a versão primária e a versão para desktop como a versão secundária. Portanto, você precisa estar sempre pensando na abordagem mobile-first.

Isso faz sentido por que atualmente cerca de 2 bilhões de pessoas acessam a internet apenas por meio de seus smartphones. Em 2025, poderemos ver quase três quartos dos usuários acessando a web exclusivamente por meio de dispositivos móveis.

Graças à onipresença de smartphones e tablets, o Google usará apenas a versão móvel do conteúdo para indexação e classificação a partir de maio. Mas antes de examinarmos algumas das práticas recomendadas para a indexação que prioriza os dispositivos móveis, é bom esclarecer qualquer possível confusão sobre a atualização e o que ela significa. 

A indexação que prioriza o celular é atualmente o padrão, e tem sido por um tempo. Qualquer site que seja novo na Internet ou na Pesquisa Google desde 1º de julho de 2019, usa principalmente a versão móvel do site para indexação.

A atualização significa que o Google usará a versão móvel de um site para indexação e classificação, em vez da versão para desktop. 

Não existe outra escolha. Como proprietário de um site, é impossível cancelar a atualização. O objetivo do Google é mover todos os sites para a indexação que prioriza os dispositivos móveis, e cabe a você se preparar e cumprir.

“Tudo que você quer que seja indexado, deve estar no mobile”. John Mueller (Google). 

As práticas recomendadas de indexação que priorizam o celular

Agora que você tem um melhor entendimento da indexação que prioriza os dispositivos móveis e o que ela envolve, vamos discutir algumas das práticas recomendadas para implementar e garantir uma navegação tranquila:

Aposte no Web Design Responsivo

Se ainda não o fez, é hora de se juntar aos 70 por cento dos sites otimizados para celular. Você pode conseguir isso com web design responsivo. Um site responsivo garante que os usuários sempre vejam uma versão otimizada do site, independentemente do dispositivo ou tamanho da tela.

Um site responsivo é benéfico pela sua flexibilidade – o design responsivo significa que os proprietários de sites não precisam criar várias versões de seus sites para se adequar a dispositivos diferentes.

Se você já tem um site responsivo, a indexação que prioriza o celular não deve ter um efeito significativo no desempenho nas páginas de resultados do mecanismo de pesquisa (SERPs).

Se você está no estágio de ainda construir o design responsivo do seu site, as ferramentas de web design podem ajudá-lo. Na verdade, o Google afirmou que os sites responsivos que usam o serviço dinâmico corretamente não precisam fazer nenhuma alteração.

Certifique-se que o Googlebot pode acessar seu site mobile

Googlebot é o software rastreador da web do Google e precisa ser capaz de acessar e processar seu conteúdo. Permita que o Googlebot examine os recursos do seu site e certifique-se de que seu site para celular tenha URLs diferentes do seu site para desktop. 

Além disso, lembre-se de verificar se uma diretiva disallow pode estar bloqueando a URL. Para garantir que seu site seja classificado, você precisa usar metatags de robô idênticas em seus sites para celular e desktop. 

Diferentes metatags de robô podem fazer com que o Google falhe em rastrear e indexar sua página quando seu site estiver habilitado para indexação mobile-first.

Mantenha seu site idêntico em todas as versões para desktop e celular

Os usuários não devem ser penalizados por usar um tablet ou smartphone em vez do desktop. Seu site para desktop deve ter exatamente o mesmo conteúdo que seu site para celular. Se o seu site móvel atualmente tem menos conteúdo ou diferente, você deve atualizá-lo.

Finalmente, certifique-se de não usar o “carregamento lento” para o conteúdo principal. O carregamento lento é uma técnica de otimização que adia o carregamento de conteúdo que não seja visível nem crítico. 

Lembre-se de que o Googlebot se recusará a carregar conteúdo que exija o carregamento de qualquer interação do usuário, como digitar ou clicar.

Enquanto você compara o seu conteúdo nas duas versões do seu site, dê uma caprichada no conteúdo. Mantenha seus títulos consistentes e certifique-se de que sejam esteticamente atraentes na versão móvel do seu site.

Preste atenção ao conteúdo visual

Quaisquer imagens ou vídeos na versão móvel do seu site têm sua própria lista de práticas recomendadas a serem seguidas. Quando se trata de imagens, você precisa fornecer ao usuário imagens de alta qualidade em um formato compatível. 

Certifique-se de incluir apenas imagens que tenham alta resolução suficiente e não pareçam muito pequenas quando visualizadas em uma tela menor.

Para imagens e vídeos, tente não usar URLs que mudam quando uma página carrega as imagens porque, se as URLs mudarem continuamente, o Google não conseguirá processar e indexar suas imagens corretamente.

Quanto ao conteúdo de vídeo, ele precisa ser facilmente encontrado em um dispositivo móvel e deve ser colocado em um formato compatível e com tags relevantes. 

Evite colocar um vídeo muito abaixo na página, forçando os usuários a rolar indefinidamente. A prática recomendada para dados estruturados também se aplica aqui: mantenha os dados idênticos nas versões para celular e desktop do seu site. 

Velocidade de carregamento (Core Web Vitals)

Com a chegada do Google Page Experience e dos Core Web Vitals, as novas principais métricas da web, a velocidade de carregamento de um conteúdo elevou-se a um novo patamar de importância.

Além de oferecer uma experiência de navegação muito mais complexa, esse aspecto do seu site também é importante para que ele possa simplesmente ser visualizado por dispositivos mobile, uma vez que as tecnologias de internet móvel não possuem a mesma velocidade que a banda larga utilizada por computadores desktop. 

Dica: para saber como o seu site está avaliado nas três novas métricas, chamadas de Largest Contentful Paint, First Input Delay e Cumulative Layout Shift, basta acessar a ferramenta do Google: PageSpeed Insights.

Mantenha o conteúdo importante

Geralmente, existem algumas diferenças entre a aparência de um site no celular e no desktop. Isso porque é mais difícil mostrar tudo de um site para computador no celular devido aos tamanhos de tela menores. 

Não há espaço para coisas como barras laterais ou grandes menus, então os sites para mobile geralmente excluem ou ocultam partes do conteúdo presente em sites para computadores. 

O conteúdo do seu site para celular não precisa ser idêntico ao conteúdo do seu site para desktop, mas qualquer conteúdo importante deve estar presente no celular. Excluir coisas como opt-ins de e-mail não será um grande negócio do ponto de vista de SEO, mas excluir coisas puramente porque alguém achou que era muito tempo para dispositivos móveis pode ter um impacto negativo.

Anteriormente, se o conteúdo não fosse mostrado no celular por padrão, contaria menos do que o conteúdo visível. Isso mudou com a indexação que prioriza o celular, e agora você tem mais opções de design, como conteúdo com guias. 

O Google não dá mais descontos a conteúdo oculto para melhorar a experiência do usuário.

Conclusão

Importante destacar que se você ainda não começou a adaptar o seu site às novas exigências do maior buscador do mundo, é melhor se apressar, porque a mudança ocorrerá em apenas dois meses, a partir de maio de 2021. 

A indexação que prioriza o mobile parece complicada, especialmente para quem não tem muito conhecimento do assunto, mas a realidade é que se você já está oferecendo uma experiência incrível para dispositivos móveis e garantiu que terá o mesmo conteúdo entre computadores e dispositivos móveis, você tem pouco com o que se preocupar. 

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